Bom dia pessoal! Fiquei na dúvida entre postar este tópico nesta seção ou na de amplificadores. Qualquer coisa os moderadores podem mover o tópico, não?
Estou testando um conceito aqui, e aprendendo a fazer layouts, então escolhi tentar fazer uma PCB para triodos duplos que contemple o maior número de aplicações que fui capaz de pensar.
Submeto o conceito e a execução à apreciação dos cavalheiros, e não só aceito como também adoaria se alguém desejar fazer melhorias. Especialmente porque é minha primeira tentativa de fazer uma PCB, e não consegui um tamanho final tão reduzido quanto gostaria.
A mesma possibilita:
a) Estágio de Ganho, com as opções:
- Com ou sem divisor de tensão na grade;
- Com ou sem resistor na entrada da grade;
- Com ou sem capacitor de brilho no divisor;
- Com ou sem capacitor de redução de brilho na entrada da grade;
- Com ou sem capacitor em paralelo ao resistor do cátodo;
Mais opções: feedback local, filtro no resistor do ânodo, capacitor de desacoplamento DC na grade para cursor de potenciômetro ou input (alguns consideram excessivo mas eu uso).
E talvez mais algumas.
b) Seguidor do Cátodo:
- Com acoplamento AC ou DC;
- Possibilidade de Bootstrapping;
- Opção de capacitor de desacoplamento na saÃda;
- Opção de resistor referenciado ao GND na saÃda.
É possÃvel usar um único capacitor de filtro para os dois estágios, ou usar um para cada, conforme utilizaçaõ dos jumpers.
A idéia é dar a liberdade de poder montar diferentes topologias com a mesma PCB, omitindo incluindo componentes, e utilizando jumpers onde houverem omissões.
Segue imagem do circuito e da placa:
http://www.imagebam.com/image/02d9891243532234
http://www.imagebam.com/image/56533d1243532254
(inserir a imagem no Spoiler não deu certo)
Detalhamento:
PAD13 para PAD12 serve para conectar o GND de sinal ao GND de força para o estágio da direita.
Para usar dois filtros, conecte PAD8 a PAD9. Para ligar ambos os estágios em um único filtro, conecte PAD7 a PAD9.
A conexão entre os dois estágios é feita entre PAD1 e PAD2, feita assim para o caso de se desejar instalar um potenciômetro entre ambos os estágios.
Não vou aqui detalhar todas as possibilidades porque são muitas e algumas são auto evidentes, portanto em caso de dúvida é só perguntar.
Provavelmente cometi redundâncias e superdimensionamentos aqui e ali, conto com o olhar crÃtico dos colegas.
Reitando: crÃticas e sugestões serão muito bem vindas!!!
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Assim que descobrir onde dar upload dos arquivos, disponibilizo os arquivos do EAGLE.
O primeiro erro que constatei foi colocar os resistores R4 eR13 nessa posição sem um capacitor de desacoplamento DC em série. Outras dicas ficarão melhores se você colocar os valores dos resistores e capacitores no esquema.
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 12:44:52
O primeiro erro que constatei foi colocar os resistores R4 eR13 nessa posição sem um capacitor de desacoplamento DC em série. Outras dicas ficarão melhores se você colocar os valores dos resistores e capacitores no esquema.
Verdade, me passou batido! Vou corrigir
Quanto aos valores, podem ser quaisquer valores. A idéia é uma placa de prototipagem mesmo, para quaisquer valores. Pessoalmente eu uso valores não muito ortodoxos às vezes (ex: 68K em ânodo, 220K em cátodo de seguidor, etc).
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E a distribuição dos componentes no layout? Espessura das trilhas? Esquema de aterramento?
Primeiro PCB que eu faço com vaga intensão de corroer (quando eu fazia antes era só um template para montar na placa ilhada...)
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Aqui, com as correções:
http://www.imagebam.com/image/2f96671243568804
[spoiler](http://images2.imagebam.com/7d/cf/53/2f96671243568804.png)[/spoiler]
http://www.imagebam.com/image/dea4681243568834
[spoiler](http://images2.imagebam.com/d1/9c/14/dea4681243568834.png)[/spoiler]
Os valores são importantes para se saber o que esperar de determinados circuitos. A colocação deles ou não depende desse conhecimento. Por ex: R6 e R15 serviriam como atenuadores?
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 12:57:49
Os valores são importantes para se saber o que esperar de determinados circuitos. A colocação deles ou não depende desse conhecimento. Por ex: R6 e R15 serviriam como atenuadores?
Servem a dois possÃveis propósitos.
Primeiro caso: "Split Load". Em lugar de usar um único resistor de 100k no ânodo, você utiliza dois de 47K em série, e faz a saÃda do sinal na junção de R6 com R6. Em condições DC a carga é a mesma, mas do ponto de vista do sinal, é um divisor de tensão.
(Alias me pergunto se isso reduz a impedância de saÃda...)
Segundo caso: Seguidor do cátodo com acoplamento DC em "Boostrapping".
http://valvewizard.co.uk/CathodeFollower5.jpg
Em sua página Merlin discute essa topologia da seguinte forma:
Bootstrapping for more gain:
Because the cathode follower acts as an impedance buffer we can use it to 'bootstrap' the previous stage. This is done by splitting the previous stage's anode resistor into two equal parts and connecting a capacitor from the cathode follower's cathode, to the junction of the two resistors [see right]. The cathode follower then effectively multiplies or bootstraps the value of the lower anode resistor R2, making it look like a constant-current source. This will increase the gain of the previous stage so it becomes almost equal to the mu of the valve! An added bonus is that if you don't use a cathode-bypass capacitor, the gain is still very hgh (about 85-90 with an ECC83). Leaving the cathode unbypassed reduces blocking distortion and reduces 'fizzy' sounding overdrive, giving better crunch. Usually you sacrifice a lot of gain though, but not in this case! So I guess you can have you cake and eat it too...
Fonte: http://valvewizard.co.uk/dccf.html
Já para realizar um Seguidor do Cátodo com acoplamento AC, se pode usar a entrada de R2 jumpeada a PAD3.
http://valvewizard.co.uk/accf2.jpg
Entendi, você fez uma boa pesquisa. De todo modo, mesmo se você fosse fazer um bootstaping, aquele ponto não é a saÃda do circuito, é o retorno da realimentação positiva, a saÃda do estágio continuaria sendo junto à placa da primeira válvula. Existem muitos circuitos que podem ser testados, mas dificilmente você utiliza todos. No entanto, a demonstração de como podem ser utilizados é fundamental.
Sobre o layout achei bom. Somente as trilhas podem ser mais largas. O aquecimanto das válvulas e a soldagem dos componentes precisa de trilhas que suportem isso, sob pena de soltarem e romperem.
:)
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 13:23:24
Entendi, você fez uma boa pesquisa.
Obrigado!
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 13:23:24
De todo modo, mesmo se você fosse fazer um bootstaping, aquele ponto não é a saÃda do circuito, é o retorno da realimentação positiva, a saÃda do estágio continuaria sendo junto à placa da primeira válvula.
Então devo ter me enganado.
Eu tive a impressão pelo esquemático do exemplo de Bootstrapping, de que havia uma junção entre o cátodo da válvula 2, Rk2 e C1, e que ali é que era a saÃda do bloco de circuito.
Desse modo o sinal saÃa da junção do ânodo de V1 com R2 rumo à grade de V2, e também da junção entre R1 e R2, passando por C1, e encontrando o ponto de saÃda no cátodo de V2.
Será que entendi completamente errado isso? Preciso entender porque ia testar isso justamente hoje à tarde!
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 13:23:24
Existem muitos circuitos que podem ser testados, mas dificilmente você utiliza todos. No entanto, a demonstração de como podem ser utilizados é fundamental.
Então, como a idéia era uma placa um pouco mais universal, procuramos contemplar diversas modalidades. A ambição era poder fazer placas iguais para cada válvula de um preamp e assim adaptar o uso conforme sua função no circuito. É possÃvel por exemplo que o usuário encontre vantagens em linearizar a resposta de um estágio de um preamp limpo com utilização de feedback. Desejando, ali está, já na placa, não precisa corroer outra!
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 13:23:24
Sobre o layout achei bom. Somente as trilhas podem ser mais largas. O aquecimanto das válvulas e a soldagem dos componentes precisa de trilhas que suportem isso, sob pena de soltarem e romperem.
:)
Configurei o "Width" em 16 no EAGLE. Qual medida o prezado sugere?
Configurar a trilha para espessura de "16" significa 16 mils = 16 milésimos de polegada = 0,41mm. Onde puder, deixe as trilhas com 40 mils = 1 mm.
Da mesma forma, aumente o tamanho dos pads (ilhas). Se o diâmetro deles ficar pequeno, na hora de furar, podem ser destruÃdos pela broca.
Não é muito bom deixar um borne no meio da placa (o dos filamentos, não sei se é um borne ou conector), este deve dificultar a conexão dos fios porque tem um outro muito próximo. De preferência, ponha os bornes nas bordas da placa.
Evite de fazer trilhas em "V" como a que liga o C5 ao Borne e ao Pad12 (ligue o C5 ao Pad12 e deste ao Borne).
Quote from: RafaS on 05 de June de 2019, as 13:49:50
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 13:23:24
De todo modo, mesmo se você fosse fazer um bootstaping, aquele ponto não é a saÃda do circuito, é o retorno da realimentação positiva, a saÃda do estágio continuaria sendo junto à placa da primeira válvula.
Então devo ter me enganado.
Eu tive a impressão pelo esquemático do exemplo de Bootstrapping, de que havia uma junção entre o cátodo da válvula 2, Rk2 e C1, e que ali é que era a saÃda do bloco de circuito.
Desse modo o sinal saÃa da junção do ânodo de V1 com R2 rumo à grade de V2, e também da junção entre R1 e R2, passando por C1, e encontrando o ponto de saÃda no cátodo de V2.
Será que entendi completamente errado isso? Preciso entender porque ia testar isso justamente hoje à tarde!
Não, você não está enganado, eu não fui muito especÃfico.
Eu quis dizer que o ponto de encontro dos dois resistores R1 e R2 não é a saÃda
desse primeiro estágio. A saÃda do primeiro estágio é na conexão da placa de V1 com R2. Isso para esse circuito com bootstrapping.
(http://valvewizard.co.uk/CathodeFollower5.jpg)
Minhas observações vem por um motivo; que você não criou uma "saÃda" nas placas de nenhuma das válvulas.
:)
Quote from: xformer on 05 de June de 2019, as 13:59:21
Configurar a trilha para espessura de "16" significa 16 mils = 16 milésimos de polegada = 0,41mm. Onde puder, deixe as trilhas com 40 mils = 1 mm.
Da mesma forma, aumente o tamanho dos pads (ilhas). Se o diâmetro deles ficar pequeno, na hora de furar, podem ser destruÃdos pela broca.
Não é muito bom deixar um borne no meio da placa (o dos filamentos, não sei se é um borne ou conector), este deve dificultar a conexão dos fios porque tem um outro muito próximo. De preferência, ponha os bornes nas bordas da placa.
Evite de fazer trilhas em "V" como a que liga o C5 ao Borne e ao Pad12 (ligue o C5 ao Pad12 e deste ao Borne).
http://www.imagebam.com/image/5f39f91243666484
Trilhas mais largas.
Não achei ainda onde se aumenta as ilhas. O borne dos filamentos também foi movido (estava próximo com o intuito de levar o par trançado o mais próximo possÃvel dos terminais da válvula).
Acredito que eliminei a maioria das conexões em V, embora em resultado disso terminei por produzir algumas em 90 graus. Seria o mal menor?
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Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 14:56:48
Quote from: RafaS on 05 de June de 2019, as 13:49:50
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 13:23:24
De todo modo, mesmo se você fosse fazer um bootstaping, aquele ponto não é a saÃda do circuito, é o retorno da realimentação positiva, a saÃda do estágio continuaria sendo junto à placa da primeira válvula.
Então devo ter me enganado.
Eu tive a impressão pelo esquemático do exemplo de Bootstrapping, de que havia uma junção entre o cátodo da válvula 2, Rk2 e C1, e que ali é que era a saÃda do bloco de circuito.
Desse modo o sinal saÃa da junção do ânodo de V1 com R2 rumo à grade de V2, e também da junção entre R1 e R2, passando por C1, e encontrando o ponto de saÃda no cátodo de V2.
Será que entendi completamente errado isso? Preciso entender porque ia testar isso justamente hoje à tarde!
Não, você não está enganado, eu não fui muito especÃfico.
Eu quis dizer que o ponto de encontro dos dois resistores R1 e R2 não é a saÃda desse primeiro estágio. A saÃda do primeiro estágio é na conexão da placa de V1 com R2. Isso para esse circuito com bootstrapping.
[spoiler](http://valvewizard.co.uk/CathodeFollower5.jpg)[/spoiler]
Minhas observações vem por um motivo; que você não criou uma "saÃda" nas placas de nenhuma das válvulas.
:)
Captei vossa mensagem! _
Sim, faltava a conexão da junção de R2 e o ânodo de V1, com a grade de V2.
Essa saÃda são PAD14 em V1 e PAD15 em V2. Então se pode ligar por exemplo PAD14 diretamente onde seria o terminal de R12 que faz junção com o pino 2 de V2, e assim por diante.
Que tal, resolvido?
http://www.imagebam.com/image/c253ed1243673954
http://www.imagebam.com/image/2b340b1243673944
RafaS
É contra as regras do fórum manter imagens dentro das citações. Corrija isso.
Sobre o esquema e o layout, sempre pode ser melhorado, mas aà vai de sua necessidade. Com o tempo, você vai fazendo seus ajustes.
:tup
Quote from: Matec on 05 de June de 2019, as 16:27:07
RafaS
É contra as regras do fórum manter imagens dentro das citações. Corrija isso.
Sobre o esquema e o layout, sempre pode ser melhorado, mas aà vai de sua necessidade. Com o tempo, você vai fazendo seus ajustes.
:tup
Alguma sugestão de como aumentar o tamanho das ilhas?
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ARQUIVOS DO EAGLE:
http://s000.tinyupload.com/index.php?file_id=04556969674163495005
http://s000.tinyupload.com/index.php?file_id=80416619486092850207
O bagulho aqui é Open Source.
:D
QuoteAlguma sugestão de como aumentar o tamanho das ilhas?
Eu acho que o tamanho do pad está ligado ao desenho do footprint dos componentes. Não sei se é possÃvel aumentar o tamanho do pad sem mexer (editar) no footprint. Talvez haja outra biblioteca com footprints com pads maiores.
Outra tentativa seria usar pads isolados maiores e jogá-los em cima dos pads dos componentes (isso funciona no Proteus, não sei se funciona no Eagle).
QuoteAcredito que eliminei a maioria das conexões em V, embora em resultado disso terminei por produzir algumas em 90 graus. Seria o mal menor?
Trilhas em 90° criam pontas que podem fazer a trilha de cobre descolar da placa, mas desde que não haja um pad na ponta. Ã,ngulos de 90° em "Ts" também não são problema.
Minha preferência por fazer as conexões de trilhas entre pads quando eu desenho, estão no quadro abaixo (mas nem sempre é possÃvel seguÃ-las):
[spoiler](https://i.ibb.co/C5sFrpr/layoutbom.jpg)[/spoiler]
Em geral eu tento manter as trilhas e as ligações o mais curtas possÃveis (nem sempre é possÃvel porque o programa que eu uso não deixa fazer trilhas diagonais ou inclinadas que não sejam a 45°).
Eu achei o último layout bom.
Vou dar uma conferida no Altium. Nunca mexi nele. Talvez ofereça mais opções.
Quote from: xformer on 05 de June de 2019, as 18:03:18
Outra tentativa seria usar pads isolados maiores e jogá-los em cima dos pads dos componentes (isso funciona no Proteus, não sei se funciona no Eagle).
Funciona no Eagle sim. Só não me lembro como eu fiz :D mas sei que dá.
Quote from: marcao_cfh on 06 de June de 2019, as 12:25:58
Quote from: xformer on 05 de June de 2019, as 18:03:18
Outra tentativa seria usar pads isolados maiores e jogá-los em cima dos pads dos componentes (isso funciona no Proteus, não sei se funciona no Eagle).
Funciona no Eagle sim. Só não me lembro como eu fiz :D mas sei que dá.
A busca no Google não foi frutÃfera pra mim. :'(
No menu na parte superior, seleciona draw, depois via. Configura de acordo com a sua necessidade de pad e furo, e coloca por cima do pad original do componente.
Quote from: marcao_cfh on 06 de June de 2019, as 17:37:21
No menu na parte superior, seleciona draw, depois via. Configura de acordo com a sua necessidade de pad e furo, e coloca por cima do pad original do componente.
Estou recebendo a mensagem "Não pode botar uma via em um pad".
:(
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OKAY! Descobri.
Vai em Tools > DRC.
Então na aba "Annular Ring".
Lá o termo Pads tem três campos, Top, Inner e Bottom.
Ajustando ali o valor, se pode aumentar o diâmetro dos Pads.
[beer] 8)
Olá.
Põe ao lado e arrasta para cima do pad. Eu fazia assim, no começo.
Depois, passei a editar o package na library.
Quote from: A.Sim on 07 de June de 2019, as 08:31:44
Olá.
Põe ao lado e arrasta para cima do pad. Eu fazia assim, no começo.
Depois, passei a editar o package na library.
:D é por isso que gambiarra é uma arte, e não uma ciência! Essa inspiração não me veio, acabei por ir no DRC e resolver por lá, mas vou incorporar esse truque de arrastar o pad também.
Obrigado, a.sim!
Um problema do EAGLE é que não dá para editar o package on-the-fly. Precisa ir na library, achar o package, editar e salvar. E copiar um device para uma nova library pessoal é uma verdadeira pain-in-the-ass. Mas, com paciência, vai-se criando a library pessoal, com furos de 0,6 mm e ilhas de 2 mm de diâmetro para os componentes menores. Eu aconselho a tentar esse approach, pois o roteamento feito diretamente nos pads facilita na hora de arrastar um componente ( as trilhas vão junto ).
Quote from: A.Sim on 07 de June de 2019, as 19:27:20
Um problema do EAGLE é que não dá para editar o package on-the-fly. Precisa ir na library, achar o package, editar e salvar. E copiar um device para uma nova library pessoal é uma verdadeira pain-in-the-ass. Mas, com paciência, vai-se criando a library pessoal, com furos de 0,6 mm e ilhas de 2 mm de diâmetro para os componentes menores. Eu aconselho a tentar esse approach, pois o roteamento feito diretamente nos pads facilita na hora de arrastar um componente ( as trilhas vão junto ).
Esse hack aà é bem mais cool.