Olá pessoal, não sei se muitos já viram esse vÃdeo, mas vi recentemente e achei interessante. (se já for batido por favor moderadores, removam o tópico)
http://www.youtube.com/watch?v=w9khoOnFfb4
AÃ ele indica esse tutorial:
http://www.youtube.com/watch?v=UgfMyJ76p4o&feature=channel&list=UL
Abraço
Bem interessante.
Diz a lenda que o Malmsteen usa cola tipo Super Bonder na parte das cordas que ficam nas tarrachas. :-)
Ao longo dos anos fui procurando um jeito de usar pontes com alavanca estilo Fender Stratocaster original, que sempre gostei, de um jeito que pudesse ser confiável e ao mesmo tempo ter um ponto flutuante para poder baixar ou subir a afinação em intervalos definidos. Eperimente alguns tipos diferentes e acessórios como tuning lockers e roller nuts. Sinceramente, acho que tudo ajuda, mas é possÃvel ter um sistema estável com uma Stratocaster normal de boa qualidade.
Recentemente descobri ter uma abordagem semelhante à de Carl Verheyen, que é um guitarrista que aprecio bastante, e aproveitei alguns toques de seu vÃdeo sobre o assunto:
http://www.youtube.com/watch?v=IVQCaQxdSH0 (http://www.youtube.com/watch?v=IVQCaQxdSH0)
http://www.youtube.com/watch?v=lzidu8CRExg (http://www.youtube.com/watch?v=lzidu8CRExg)
Eu sempre lubrifico os slots da pestana e os carrinhos da ponte com bem pouco grafite e óleo de máquina, e dou poucas voltas nas tarrachas, entre 3 e 4, consigo algo muito próximo disto.
Eu dou de 3 a 4 voltas apenas nas duas primeiras cordas...
As 3 últimas dou apenas uma volta.
Quanto menos voltas, melhor, mas precisa colocar de forma correta a corda nas tarrachas comuns, sem trava.
Eu atualmente tenho gostado muito das tarrachas com trava da Sperzel, apesar do precinho...rs. Com elas estico bem a corda antes de apertar e dá menos de uma volta em cada uma.
Roller nuts e nuts de grafite e TUSQ ajudam, mas realmente dá pra ter uma Stratocaster stock sem problemas de afinação apenas seguindo os toques dados. :tup
Eu não entendi nada do vÃdeo (não sei francês, ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ). Alguém teria uma versão legendada? :D
Aprendi que o correto é enrolar umas 3 voltas a corda na tarraxa, mas gostaria de saber mais, pois as cordas que estão na minha Tagima foram colocadas pelo luthier quando ele deu uma geral nela, e ela está segurando muito bem a afinação.
Vou trocar as cordas em breve e queria coloca-las de uma forma que ficasse ao menos tão boa quanto está agora.
Quote from: JoaoVarios on 15 de July de 2012, as 16:57:08
Eu não entendi nada do vÃdeo (não sei francês, ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ). Alguém teria uma versão legendada? :D
Aprendi que o correto é enrolar umas 3 voltas a corda na tarraxa, mas gostaria de saber mais, pois as cordas que estão na minha Tagima foram colocadas pelo luthier quando ele deu uma geral nela, e ela está segurando muito bem a afinação.
Vou trocar as cordas em breve e queria coloca-las de uma forma que ficasse ao menos tão boa quanto está agora.
Basta apenas clicar em cc no video e vai aparecer a legenda em inglês. logo após clique dinovo e clique em traduzir legendas...e seja Feliz!
Francês?
Eu acho que o cara é italiano e o video tá em inglês.
Quote from: whitebilly on 15 de July de 2012, as 19:49:43
Basta apenas clicar em cc no video e vai aparecer a legenda em inglês. logo após clique dinovo e clique em traduzir legendas...e seja Feliz!
Valeu whitebilly. Vou tentar fazer como você disse.
Quote from: Roberto Alves on 15 de July de 2012, as 20:14:07
Francês?
Eu acho que o cara é italiano e o video tá em inglês.
:D :D :D pra você ver que eu não entendi nada do que ele falou :D :D :D
Ahhh.. ciência.. como eu a amo:
http://www.youtube.com/watch?v=5Jz4IkQraN4&feature=related
Pelo menos, a angulação da mola é balela! A fÃsica é muito pesada com estas coisas!
uma mola só? procede?
Quote from: hgamal on 15 de July de 2012, as 20:56:49
Ahhh.. ciência.. como eu a amo:
Pelo menos, a angulação da mola é balela! A fÃsica é muito pesada com estas coisas!
Just mojolism?
Quote from: Alex Frias on 15 de July de 2012, as 22:32:12
Just mojolism?
Não acredito não, acho que o cara que postulou isso é um bom músico e acredita no que está falando. Mas o problema é que o bloco da alavanca é muito sólido e bem apoiado. Assim, todas as molas compõem um sistema, como se fossem uma só mola resultante. O vÃdeo que eu postei mostra um sujeito que fez justamente o oposto que que o primeiro sugeriu, e obteve o mesmo resultado, provando por absurdo a hipótese.
Há "mojos" que acabam por se concretizar, pois tem fundamentos fÃsicos. Outros, porém, embora pareçam fazer sentido, não fazem menor sentido. O problema está no mojo absurdo! Esse é duro de engolir.
As pessoas acham que a ciência está contra tudo e todos, mas na verdade ela vem a favor de tudo e de todos. Infelizmente, o comportamento cientÃfico tem que desconfiar sempre antes, derrubando a máxima da sociedade, onde todos são inocentes até que se prove o contrário. Na ciência não adianta você falar que é honesto. Você tem que provar!
Pior é aguentar o mojista rindo do cientista.
Falando em "mojolices", um luthier me falou que o roller nut não consegue rolar de verdade devido à pressão que a corda exerce em sua superfÃcie, que seria necessário o uso de algum tipo de rolamento para que girasse...
Imagino então que as melhoras em afinação se devam ao fato de que neste tipo de nut a superfÃcie de contato entre a corda e o apoio seja pequena, diminuindo os atritos. O que é fundamental em uma boa alavancada. Será que isso procede?
Isso é bem possÃvel... Vou tentar verificar isso com o roller nut que tenho aqui. Vou ver se é possÃvel fazer um pontinho com caneta de retro-projetor numa das roldanas dele. Se for possÃvel visualizar algum movimento (ou não), posto aqui, ok?
Quote from: Alex Frias on 16 de July de 2012, as 10:36:48
Isso é bem possÃvel... Vou tentar verificar isso com o roller nut que tenho aqui. Vou ver se é possÃvel fazer um pontinho com caneta de retro-projetor numa das roldanas dele. Se for possÃvel visualizar algum movimento (ou não), posto aqui, ok?
Valeu!
No aguardo, pois várias vezes eu fiquei tentado a comprar um desses.
Tem também aquela variação de roller nut que ao invés de roldana usa um par de esferas de metal pra cada corda.
Acho que já li em algum lugar que as Strato Jeff Beck vinham com um tipo (wilkinson, com roldana) e depois passaram a vir com o outro (LSR, com bolinhas), porque funcionaria melhor.
(http://image.rakuten.co.jp/ikebe/cabinet/acc2/rollernut_l_2.jpg)
(http://tdmiller.files.wordpress.com/2010/02/lsr-roller-nut.png)
Certa vez a Fender fez uma corda aonde não usava aquelas bolinhas no final das cordas, ela usava um sistema conico que evitava qualquer movimento da corda dentro da ponte. Isso era para não desafinar, porem não sei se deu certo, até mesmo porque tem pelo menos uns 12 anos que não vejo estas cordas.
Trabelhei em uma oficina de lutheria e o mais indicado era o roller nut de esferas. A colocação das cordas era uma volta pra cima e outras 3 para baixo nas primeiras cordas e nas demais uma volta por cima e outras duas para baixo. Isso ajuda a prender a corda melhor na tarraxa.
Me parece que houve uma mola diferente que a Fender lançou mas não recordo o nome, lembro ter visto em uma que levei para um cliente que tocava com o Zeca Baleiro.
A lubrificação dos carrinhos da ponte e do nut tambem ajudam.
Então não vou poder te ajudar, Viagem, fui ver agora e o nut é esse LSR da Fender...
Muitos mitos estão caindo... Há algum material, cuidado ou design que faça alguma diferença real?
Vamos às réplicas então!!! Estética satisfatória, fetiche satisfeito, preço no chão e o resto não importa!!! (tongue
Acho que vou vender tudo e viajar para a China...rs
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GuitarCris, você se refere às Fender Bullet Strings?
http://www.fender.com/en-BR/news/index.php/?display_article=871 (http://www.fender.com/en-BR/news/index.php/?display_article=871)
gfr, isso que você disse sobre os rollers das guitarras Jeff Beck Signature parece proceder, pois nas instruções de instalação do roller nut LSR que acompanham o pack a primeira parte toda é sobre a substituição (quase) direta da anterior da Wilkinson por esta LSR.
Quote from: Alex Frias on 16 de July de 2012, as 14:43:00
GuitarCris, você se refere às Fender Bullet Strings?
Fender Bulletsâ,,¢ Strings (http://www.fender.com/en-BR/news/index.php/?display_article=871)
Pô, isso parece cabo de aço de bicicleta :D
Quanto a minimizar a desafinação das cordas, acho que dá pra conseguir uma melhora significativa com a colocação correta das cordas e mantendo em dia a manutenção do instrumento.
Nesse sentido, as dicas do GuitarCris são muito interessantes.
Outra dica que vi é que quando se usa muito alavanca na strato, o interessante é não usar o rebaixador de corda ou então colocar um mais alto. Isso procede?
Olhando esta foto dos diferentes roller nut's, me parece que no caso do cilindro, que apesar de não girar, o contato da corda com o apoio é menor, reduzindo o atrito. Já no caso das bolinhas, a não ser que haja uma bolinha em baixo da corda mantendo-a elevada, há um atrito grande com aquela "prancha" de metal, necessitando algum tipo de lubrificação...
Minha hipótese é que como o roller nut é de metal, ele ajuda mais na vibração da corda do que o nut de osso, que é poroso e tende a absorver mais os movimentos.
Existem string trees com roldanas nas novas Fender. Com algumas tarrachas staggered dá pra nem usar string tree...
Viagem, as cordas se apoiam nas esferas. O nut de metal me dá a idéia de que o som das cordas soltas se aproximariam um pouco mais do timbre das mesmas quando apertadas contra os trastes... Ao menos assim parece na Sanelectro com nut de alumÃnio.
Eu to usando essas 'roldanas' (string trees) na minha Squier e posso falar que a diferença é absurda.
Além da ponte que troquei (coloquei uma Wilkinson WV6SB) e as string trees e a guitarra mudou da água pro vinho, além de manter muito mais a afinação estável.
E o som, podem não acreditar, mas mudou para a melhor também.
Isso sem falar que ela tem tarraxas Schaller com travas maravilhosas.
Não mexo mais nela. Melhor que isso acho que não dá.
E os pickups da Squier Roberto, são originais ou você trocou?
Acho que a posição das molas é desimportante quando a ponte usada é aquela de dois pivôs, como floyd, fender american, gotoh e outras.
Mas no caso dos bridges apoiados em 6 parafusos a coisa pode mudar de figura se o usuário basear a pivotagem nos parafusos centrais, pois pode permanecer um jogo lateral, que tornaria a alavanca suscetÃvel à tensão das molas nas laterais.
Seria uma burrice apoiar o tremolo assim, mas não podemos afastar a possibilidade de desgaste, afrouxamento, espanamento de roscas na madeira...
Com relação aos string trees, já usei de tudo, os originais da Fender American, as gaivotinhas de boa qualidade, as roldanas caracterÃsticas das fenders japonesas e aquelas da Graphtech. Todas funcionam desde que lubrifcadas. E os melhores lubrificantes que existem para isso são o Molykote ou graxa de lÃtio com grafite.
Os "nuts" causam muito mais problemas que os "string trees", pois as cordas passam justas por ali, as vezes trancando na descida de tom ou na subida. Devem ser cortados em medida ligeiramente maior que a da corda utilizada e polidos internamente. Haja ferramenta para isso ! E devem ser mantidos lubrificados. Os óleos lubrificantes devem ser usados com bastante cautela, para não manchar ou estragar as madeiras claras.
Estes nuts com rollers e esferas são uma viagem sem volta, já que necessitam alteração e amputação de parte do fretboard, ainda que apenas em alguns milimetros. Não são para mim. Definitivamente.
Em caso de dúvida, use uma guitarra equipada com um bom Floyd ou Ibanez ZR. hehehe
Obrigado Alex Frias realmente o nome da corda é Fender Bullet Strings. Tem um bom tempo que não as vejo por ai. Outra coisa que esqueci de mencionar são as tarraxas com sistema de trava. Elas ajudam bastante manter a afinação.
Na oficina em que trabalhei(Music Maker)usavamos muito roller nut, lubrificação de carrinhos da ponte, cordas colocadas como citei(mesmo sendo do tipo convencional) e tarraxas cm trava quando o cliente queria montar uma strato e usava muito alavanca.
Uma coisa simples, mas que parece escapar a muita gente: corda velha não é economia, é porcaria!!! Arruina os trastes e enche o nut de sujeira, prende na ponte, no nut... ou seja: gastar dinheiro com um monte dessas coisas citadas aqui pra deixar a corda enferrujada na guitarra não compensa!
Apoiado, cordas devem ser trocadas creio que no máximo de 3 em 3 meses dependendo do uso.
Regulagem de 6 em 6 meses para quem usa muito o instrumento ou então pelo menos 1 vez por ano
Quote from: Espanhol on 16 de July de 2012, as 18:26:04
E os pickups da Squier Roberto, são originais ou você trocou?
Sim, Espanhol.
São os mesmos há 26 anos.
Estou pensando em trocá-los mas como eles soam muito bem, pro que custaram...não sei.
Já fiz gravações que algumas pessoas juraram ser uma Fender.
Um dia quando sobrar (tempo=dinheiro) tempo, talvez eu troque eles.
abraço,
Roberto
Quote from: Alex Frias on 16 de July de 2012, as 19:49:48
Uma coisa simples, mas que parece escapar a muita gente: corda velha não é economia, é porcaria!!! Arruina os trastes e enche o nut de sujeira, prende na ponte, no nut... ou seja: gastar dinheiro com um monte dessas coisas citadas aqui pra deixar a corda enferrujada na guitarra não compensa!
(aplaus2) (aplaus2) (aplaus2)
A minha Tagima tá com um timbre bem estranho, e tô desconfiado das cordas que já devem ter perdido a validade.
Quote from: Roberto Alves on 16 de July de 2012, as 22:43:48
Sim, Espanhol.
São os mesmos há 26 anos.
Estou pensando em trocá-los mas como eles soam muito bem, pro que custaram...não sei.
Já fiz gravações que algumas pessoas juraram ser uma Fender.
Talvez, pela data, eles sejam os mesmos usados nas Fenders não?
Praticamente nunca houve isso!
Não são tão bons assim!
Apenas têm um som bem bacana pro meu gosto.
Na verdade acho que nunca foram os mesmos da Fender.
Até porque essa é Korean.
...uma hora depois...
Só por isso parei de escrever na linha anterior e fui testar minhas stratos e cada uma que ouço gosto muito.
São todas diferentes.
É relativo dizer se é bom ou ruim. Vai do dia e dos espÃrito que estamos.
Tenho uma Squier Strato Coreana também. Feita em 1995.
Soa como strato, mas os caps são bem esquisitos, menos de 4K de Res. Ohm.. Suponho que isso se deva a necessidade de adequar eles ao corpo de madeira laminada, que possui uma sonoridade bem média, sem brilho. As tarraxas eram bem sem-vergonhas, tipo semi-blindadas. Saquei fora e instalei um jogo de Gotoh Vintage.
É uma guitarrinha muito divertida, mas não tem a escala tão curva quanto às Fenders.
A opção de usar menos voltas pode se dever ao fato dos pickups serem cerãmicos (verifique na sua se são aqueles com apenas uma barra de magneto cerâmico embaixo dos captadores), mesmo que não tenham uma saÃda tão alta quanto outros single coils, conseguem ter um brilho mais na onda dos de Alnico V. Com captadores assim nem há a necessidade de usar pots de 500K, o que normalmente é feito em cópias de Strato de baixo custo com pickups cerâmicos pra poder usar mais voltas e ter mais saÃda e compensando a perda de agudos e aumento de médios. Esses, em termos de captadores cerâmicos pra Strato, acho que tem um timbre mais tradicional.
Esse problema me encheu tanto que na ültima strato que eu fiz usei roller nut de esfera, tarraxas com trava e uma ponte hardtail. No more alavanca! 8) Agora dá pra dar bend de 2 tons sem problemas. Acho que além de todas as dicas já constantes do post, um último extremismo seria diminuir a quantidade de corda que fica dentro do bloco do tremolo. Já vi alguns que a bolinha fica quase alinhada com o "rabo" do bloco (deve sobrar uns 3 cm de corda ou mais entre o saddle e a bolinha) e outros que a bolinha fica lá dentro, quase na cabeça do bloco. Uma escareada e polimento no furinho de saÃda da corda da ponte para o saddle também pode ajudar (para evitar um canto vivo onde a corda toca na borda do furo). Dependendo do modelo de saddle, uma lixinha 2000 dentro do canal de passagem da corda também não faz mal.