Handmades

Lançamento de Novos Projetos => Amplificadores transistorizados => Topic started by: Guilherme on 10 de October de 2016, as 16:03:29

Title: 10W transistorizado do país do Conde Dracula
Post by: Guilherme on 10 de October de 2016, as 16:03:29
Sou fanático por 2N3055 de boa procedência e acabei de comprar um lotezinho deles, NOS, fabricados pela BANEASA na década de 1980. A BANEASA era um fabricante Romeno de semicondutores que usava tecnologia concedida pela Motorola mesmo antes da "queda" da União Soviética.

E a Romênia, como muitos devem saber, é onde está localizado os Montes Cárpatos e a Transilvania, terra de Vlad Tepes, O Empalador, popularmente conhecido como Conde Drácula.

Logo, imagino que o circuitinho a seguir deve ser bem interessante tanto para iniciantes como para iniciados:

http://www.audiolink.com.br/audiolink/imagens/baneasa_10W_1.jpg (http://www.audiolink.com.br/audiolink/imagens/baneasa_10W_1.jpg)

http://www.audiolink.com.br/audiolink/imagens/baneasa_10W_2.jpg (http://www.audiolink.com.br/audiolink/imagens/baneasa_10W_2.jpg)

Sendo um projeto comercializado em forma de kit pelo fabricante dos semicondutores nele empregados, é de se supor que o sucesso da montagem está praticamente assegurado.

O texto está em romeno, mas dá para entender o básico, uma vez que o romeno é lingua prima-irmã do português...

Title: Re: 10W transistorizado do país do Conde Dracula
Post by: Andshadows on 11 de October de 2016, as 01:35:29
Legal! vou me aventurar no layout, em breve disponibilizo.  ;D

-----

Não sabia que romeno parecia com português  (rckt :D
Title: Re: 10W transistorizado do país do Conde Dracula
Post by: bossman on 13 de October de 2016, as 13:25:00
Muito legal saber que a língua romena é a prima-irmã do português !
Title: Re: 10W transistorizado do país do Conde Dracula
Post by: Ferro_Velho on 13 de October de 2016, as 14:09:00
Pois é, descobrir o romeno foi a coisa mais legal deste tópico.  :D   Brincadeira Guilherme.

Mais é interessante mesmo ver como é possível se entender muita coisa.

Eu tive esta experiência com o galego e o catalão, são fáceis de se entender e de se ler, mas falar e escrever já é outra estória.


Abraços.