Bossman
Existe um instrumento de dessolda a ar quente (tipo esta aqui -
http://www.hikariferramentas.com.br/?p=20640) que evita isso e permite um alto aproveitamento da sucata. A outra técnica é usar um ferro com ponta chata e larga, bem afiado. Como geralmente são potentes, um toque em ambos os terminais ao mesmo tempo faz o job sem nem esquentar a peça. Só que requer um pouco de prática (meu primeiro emprego em eletronica foi desmontar milhares de placas de sucata. Hunf). Também existe um instrumento que tem dois tubinhos de aço de calibres diferentes nas pontas, tipo uma caneta, que vc enfia na "perninha" da peça a dessoldar. Como ele é fino, ele reveste a perna e entra na placa entre o furo e a perna, permitindo que a solda esfrie sem aderir novamente ao terminal. Funciona muito bem, dependendo do calibre da furação.
Alex Frias
O fuzz que eu uso atualmente é uma versão modificada do Bertola, NPN, com um Ge e um Si, não lembro qual é o Ge e o Si é um BC557. Soa muito bem, altamente hendrixiano, mas não tem som igual ao velho FF com Ge e terra positivo. Só saí dele porque tive dificuldades com volume baixo e tinha que usar o maledetto com bateria na pedaleira.
Battery acid
Tenho usado metal film nos valvulados, mas por nenhuma razão específica. Podia ser carbono mesmo. Isso porque geralmente há poucos resistores no signal path e geralmente o ruído intrínseco das válvulas (e também da maioria maciça dos transístores) é vários dB mais intenso que o ruído teoricamente gerado por um resistor. A mesma verdade já não se aplica aos caps de cerâmica. Frequentemente são microfônicos, especialmente em valores maiores e se já usados... Por isso só uso novos e de poliéster.