Oi Pessoal
Faz um tempo eu escrevi um artigo sobre a recuperação de cloreto férrico (https://www.altanatubes.com.br/webstore/?c=313&t=Recuperando-percloreto-de-ferro-usado). Agora eu filmei todo o processo para incentivar mais pessoas a tentar a proeza!
(https://i.ytimg.com/vi/hOWkRd6K4cA/mqdefault.jpg) (https://www.youtube.com/watch?v=hOWkRd6K4cA)
Como recuperar percloreto de ferro usado (https://www.youtube.com/watch?v=hOWkRd6K4cA)
Aguardo os comentários.
(http://mailto:jaime@mysportmail.com)
Eduardo
Olá Eduardo,
Muito didático e prático para todos nós que usamos esta solução.
Eu mesmo tenho 3 vidros de solução para recuperar - vamos para a prática agora!
Obrigado pelas dicas!
Abraços,
:tup
Estou vendo o vÃdeo exatamente nesse momento. Muito bom!
Eduardo, como sugestão para o próximo vÃdeo, mostre como neutralizar o percloreto para fazer o descarte seguro. Sei que você já explicou o processo aqui no fórum, mas tenho certeza de que um vÃdeo será muito interessante e fará bastante sucesso.
Ã"tima explicação Eduardo, vÃdeo muito instrutivo e com conteúdo bacana. O meio ambiente agradece iniciativas como a sua! (brav)
Uma dúvida quanto ao uso de água oxigenada no processo: qual seria a proporção de água oxigenada X solução de percloreto?
A proposta do vÃdeo é interessante, mas, será que vale a pena todo esse trabalho para recuperar percloreto de ferro, cujo recipiente com 1 litro custa apenas R$11,00??
Quote from: rafafelix on 28 de April de 2017, as 23:17:40
Uma dúvida quanto ao uso de água oxigenada no processo: qual seria a proporção de água oxigenada X solução de percloreto?
Usando água oxigenada, a reação é:
6 FeCl2 + 3 H2O2 => 4 FeCl3 + 2 Fe(OH)3
Você precisa de 1 mol de H2O2 para cada 2 moles de FeCl2. Imaginando que a solução original tivesse a concentração padrão de 500g/l e você vá recuperar 500ml, como eu fiz, você precisaria de aproximadamente 650ml de água oxigenada de farmácia. O problema é que, como você pode ver no vÃdeo, a reação não é 100% eficiente e muito H2O2 se decompõem formando O2 gasoso. Então, pode pensar em pelo menos 1 litro. Daà você termina o processo com um litro e meio de solução muito diluÃda e que te custou mais que o percloreto novo.
Quote from: Ramsay on 29 de April de 2017, as 00:09:40
A proposta do vÃdeo é interessante, mas, será que vale a pena todo esse trabalho para recuperar percloreto de ferro, cujo recipiente com 1 litro custa apenas R$11,00??
Se você é daqueles que, como eu, faz uma placa a cada muito tempo e que usa a mesma solução por anos, ou se for uma dessas fabriquetas no Brasil que joga o quÃmico usado no ralo e pouco se importa que tipo de dano ele vá fazer esgoto abaixo, de fato não é economicamente viável. Mas se você faz corrosão em processo industrial e é obrigado por lei a pagar alguém para descartar seu rejeito corrosivo, então vale sim. Este processo recupera o cobre, que pode ser vendido, console ferro, que é barato, e gera pouco ou nenhum rejeito.
Pense numa fábrica em um paÃs sério, que tem uma cuba de corrosão com 1000 litros (pequena para padrão industrial) e tem que pagar pela remoção do corrosivo usado e comprar novo. Pode ser mais interessante ter um processo de reciclagem autônomo.
Eduardo
Olá.
Este artigo pode ser interessante.
https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0ahUKEwiUk6um8cnTAhVPlpAKHd5QDYkQFggpMAA&url=http%3A%2F%2Fjamme.acmsse.h2.pl%2Fpapers_amme03%2F1229.pdf&usg=AFQjCNHxopmVq29u0fUIzwguVDYklkR-wQ
Curiosamente, o cloreto de cobre ( CuCl2 ) é o produto da reação do percloreto com o cobre, pois, como diz o texto https://www.altanatubes.com.br/webstore/?c=313&t=Recuperando-percloreto-de-ferro-usado
"Em contato com metais como o cobre ocorre a seguinte reação:
(I) 2 FeCl3 + Cu → 2 FeCl2 + CuCl2"
Logo, uma vez iniciado o uso de uma solução virgem de percloreto, temos dois corrosivos atuando junto : o FeCl3 e o CuCl2. É a presença do CuCl2 que deixa a solução cada vez mais esverdeada e possibilita prosseguir usando a solução, mesmo quando ela já está totalmente verde.
O cloreto de ferro II que resulta como subproduto da reação de corrosão é oxidado pela presença de oxigênio e regenera parcialmente a solução :
" Como vivemos em um planeta com uma atmosfera rica em oxigênio, podemos recuperar parte da força da solução apenas deixando-a em contato com o ar:
(II) 12 FeCl2 + 6 H2O + 3 O2 → 8 FeCl3 + 4 Fe(OH)3
O hidróxido férrico é aquela casca ou lodo com cor de ferrugem que se forma no fundo do frasco em que guardamos o percloreto de ferro usado."
O processo segue até que não haja mais nenhum cloreto de ferro II ou III. A partir daÃ, o cloreto de cobre trabalha sozinho, segundo a reação indicada no texto que sugeri, pág. 140 :
"The etching of copper with CuCl2 can be expressed by the following chemical equation;
CuCl2 + Cu -> 2 CuCl (1)
The copper surface gets attacked by CuCl2 while cuprous chloride (CuCl) is formed."
A solução só se esgota quando a concentração de CuCl2 fica muito pequena e, naturalmente, o tempo de corrosão aumenta muito. Mas é fácil regenerá-la, bastando adicionar ácido clorÃdrico e, eventualmente, água oxigenada :
" The chemical regeneration of waste CuCl2 is completed by adding one of the following
chemicals to spent solution [17]:
1. Chlorine Gas HCl
2 CuCl + Cl2 -> 2 CuCl2
2. Hydrogen Peroxide and Hydrochloric Acid
2 CuCl + H2O2 + HCl -> 2 CuCl2 + 2 H2O "
A regeneração do CuCl2 produz... mais CuCl2. Isso significa que, iniciando com um litro de solução, dali a pouco temos 2 L. Isso, na verdade, não é um problema sério :
" The regeneration/recycle is the most important advantage of CuCl2. It is noticed that waste
CuCl2 can completely be regenerated. There are various regeneration processes available for
CuCl2. Chemical regeneration basically is being used by etching companies, due to of pure
CuCl2 price. After regeneration, surplus CuCl2 can sell to chemical companies for further
utilising. A recovery copper from spent solution by electrolytic method can be more available
for companies. This would cause no disposal problem and to sell obtained pure copper from
solution [15-17]."
Quote from: A.Sim on 29 de April de 2017, as 11:53:05
Este artigo pode ser interessante.
https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0ahUKEwiUk6um8cnTAhVPlpAKHd5QDYkQFggpMAA&url=http%3A%2F%2Fjamme.acmsse.h2.pl%2Fpapers_amme03%2F1229.pdf&usg=AFQjCNHxopmVq29u0fUIzwguVDYklkR-wQ
Tem um problema aÃ. A reação:
CuCl2 + Cu => 2 CuCl
só funciona em meio ácido. O cloreto cuproso (CuCl) não é muito solúvel em meio neutro ou alcalino e forma uma camada protetora sobre o cobre, freando a corrosão. Para que seja possÃvel corroer com CuCl2 é preciso haver HCl na solução para tornar o meio ácido e a concentração do sal deve ser bem alta. O processo é melhor explicado neste vÃdeo:
https://www.youtube.com/watch?v=Q4tWEse2rDI
Está na minha lista fazer um vÃdeo sobre esta opção de corrosivo, que pode ser feito em casa com quÃmicos fáceis de encontrar, mas não vou postar nada antes de testar eu mesmo a eficácia do método.
Quem for postar artigos que encontrou na internet, por favor, faça alguma pesquisa mais profunda sobre o assunto para não reproduzir informações falsas, incompletas ou recomendar coisas que ponham em risco a saúde de leigos.
Eduardo
Quote from: Eduardo on 29 de April de 2017, as 14:52:41
Tem um problema aÃ. A reação:
CuCl2 + Cu => 2 CuCl
só funciona em meio ácido. O cloreto cuproso (CuCl) não é muito solúvel em meio neutro ou alcalino e forma uma camada protetora sobre o cobre, freando a corrosão. Para que seja possÃvel corroer com CuCl2 é preciso haver HCl na solução para tornar o meio ácido e a concentração do sal deve ser bem alta.
A reação da corrosão do cobre pelo percloreto não é tão simples como indicada no artigo previamente citado. Em Coombs Jr., C. F. ;" Printed Circuits Handbook ", McGraw-Hill, 1967, encontra-se a reação completa à pág. 6-12 :
" At the copper surface, ferric ion oxidizes copper to cuprous chloride with formation of green ferrous chloride.
FeCl3 + Cu -> FeCl2 + CuCl
In the body of the solution, cuprous chloride is further oxidized to CuCl2.
FeCl3 + CuCl -> FeCl2 + CuCl2
As cupric chloride builds up in the etching solution a disproportionation reaction takes over.
CuCl2 + Cu -> 2 CuCl "
Observa-se que existe uma ação conjunta do dois corrosivos ao mesmo tempo.
E, também, à pág. 6-11 :
" The composition of the etchant is principally FeCl3 in water, with concentrations ranging from 28 to 42% by weight. Free acid is present because of the hydrolysis reaction.
FeCl3 + 3H2O -> Fe(OH)3 + 3 HCl
This HCl is usually supplemented by additional amounts of HCl ( up to 5% ) to hold back the formation of insoluble precipitates of Fe(OH)3. "
Não só o meio é ácido, como o montador experiente ainda adiciona mais HCl à solução de percloreto.
Está correto. As reações são estas mesmas, embora fujam do escopo da discussão aqui, que é a reversão dos cloretos cúprico e cuproso de volta a cloreto férrico. Seria interessante você também narrar sua experiência pessoal com essas técnicas comparando, por exemplo, o tempo necessário para corrosão com cloreto férrico e cloreto cúprico em meio ácido.
Quote from: Eduardo on 29 de April de 2017, as 15:41:09Seria interessante você também narrar sua experiência pessoal com essas técnicas comparando, por exemplo, o tempo necessário para corrosão com cloreto férrico e cloreto cúprico em meio ácido.
Isso. Quanto mais opções melhor. Desde que, claro, seja com produtos fáceis de se achar no mercado e que dê pra fazer em casa sem nenhum acessório difÃcil de se achar. Tipo como no vÃdeo.
E principalmente que ninguém corra riscos de vida.
E eu sei que vocês se divertem com esse monte de fórmulas... Mas não querem deixar a coisa mais acessÃvel pra nós reles mortais?
Quote from: kem on 29 de April de 2017, as 15:44:13
E eu sei que vocês se divertem com esse monte de fórmulas... Mas não querem deixar a coisa mais acessÃvel pra nós reles mortais?
Exato! Acho que não tem muito sentido ficar detalhando em quantas etapas cada reação acontece. Mesmo a oxidação do cloreto ferroso é mais complexa que a reação global que mostrei, mas discorrer sobre isso sem dúvida foge ao escopo do tópico e do vÃdeo.
Tudo o que é necessário fazer está no vÃdeo.
Eduardo...
Como eu gostaria de ter me concentrado mais nas aulas de quÃmica.... certamente que eu ia gostar mais ainda do vÃdeo, que ficou excelente, mais uma vez.
Parabéns!! E obrigado por compartilhar seu conhecimento... meu percloreto vai durar muito mais tempo do que previa a partir de agora. (guitar_player
Concordo com o Eduardo. O mais importante é a segurança. Existem vÃdeos na internet ensinando fazer praticamente qualquer coisa, sem a menor preocupação com a integridade fÃsica do espectador.
Sejamos sensatos, antes de efetuar qualquer procedimento, é preciso buscar informações a respeito do que pode acontecer, de acordo com aquilo que estejamos lidando.
Abraços a todos.
Quote from: marcao_cfh on 28 de April de 2017, as 19:43:03
Estou vendo o vÃdeo exatamente nesse momento. Muito bom!
Eduardo, como sugestão para o próximo vÃdeo, mostre como neutralizar o percloreto para fazer o descarte seguro. Sei que você já explicou o processo aqui no fórum, mas tenho certeza de que um vÃdeo será muito interessante e fará bastante sucesso.
Desculpe a ignorância, mas quais os riscos de não fazer o descarte seguro?? Acidentalmente 500ml deste lÃquido derramou de cima da mesa no.meu quintal ontem a tarde. Tem um gato de algum vizinho que ronda pelos quintais, ele subiu na mesa e derramou este lÃquido e eu fiquei bastante preocupado. Obrigado
Quanto ao percloreto, jamais deixem ele respingar ou cair em seus olhos, tive esta péssima experiência anos atrás, por puro descuido, os resultados?
Uma dor insuportável e contÃnua nos olhos.
Mais de uma semana expelindo pus pelos olhos, devido ao percloreto conter partÃculas de cobre e outros, estas partÃculas são expelidas pelos olhos envoltas em pus.
Desde então uso óculos de proteção para nunca mais acontecer de novo, o curioso é que sempre usei óculos de proteção e nada ocorria, nesse dia, não estava usando o óculos.
Fica a dica para os menos experientes, cuidado nunca é demais.
Quote from: emanuelneto on 30 de April de 2017, as 06:17:03
Desculpe a ignorância, mas quais os ricos de não fazer o descarte seguro??
O problema é poder colocar outros em risco de um acidente como o descrito pelo Mallermb. Quando se diz para manter longe de criança e animais, é por causa disso! O gato não sabe o que é. A criança pode achar que é algum refrigerante. Uma pessoa confusa pode se ferir gravemente ou por outros em risco.
Embora cloreto férrico não seja tão tóxico ou perigoso quanto um defensivo agrÃcola ou remédio tarja-preta, ainda assim é um corrosivo forte. Jogar no ralo pode causar danos ao encanamento. Jogar no solo pode contaminar o local com metais pesados, caso tenha sido usado para corroer solda.
O cloreto férrico é relativamente seguro e isso dá às pessoas uma falsa ideia de que é um produto "bobinho". É quando se perde o medo de algo que os acidentes acontecem.
Eduardo
Era um produto novo, veio em pó e eu tinha acabado de fazer a mistura e coloquei num recipiente de meio litro, foi corroÃdo apenas uma placa pequena dessas que cabem em uma caixa 1590a, como não temos crianças em casa e nem pets (mora só eu e minha esposa e eu não lembrava deste gato que circula pela área), deixei no quintal enquanto eu faria outro trabalho... Joguei apenas um balde de água no local e fiquei bastante preocupado depois de ler esse tópico
Olá.
Eu citei anteriormente um livro muito bom sobre circuitos impressos, e que contém bastante informação a respeito dos processos corrosivos utilizando cloreto de cobre e percloreto de ferro. Para ajudar aqueles que estão pesquisando o assunto, ou aqueles que se entusiamaram e querem começar, eu procurei na internet e... encontrei edições mais modernas que a minha ( 1a, 1967 ). A sexta edição ( 2008 ) fala pouco do percloreto, mas esta aqui, a segunda, de 1979, https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiP5ev3_M7TAhWFjJAKHeBcAYsQFggyMAI&url=https%3A%2F%2Farchive.org%2Fdetails%2FPrintedCircuitsHandbook&usg=AFQjCNG3u9TpjJovkStoqzJBhTCBuEtrhQ
tem o capitulo " Etching " exatamente igual ao da minha edição, com alguns aumentos ( o que é bom ! ).
Eu vou precisar de algum tempo para ler essas duas novas edições, mas, com base no ca_pÃtulo 8 ( Etching ) da 2a edição, eu gostaria de tecer algumas considerações :
a) O uso do percloreto como corrosivo é citado em 4o. lugar. Na edição de 1967 ele estava em primeiro. Isso significa que o uso do percloreto na fabricação industrial de circuito impresso perdeu importância ao longo do tempo ( na 6a. edição ele mal é mencionado; vale a pena ver ). Por outro lado o uso do cloreto de cobre II passou do 4o. ( 1967 ) para o 2o. lugar ( 1979, 2008 ), o que evidencia sua importância atual relativa sobre o percloreto.
b) A concentração ótima de percloreto em água corresponde a cerca de 500g/L ( Tabela 8.5, pág. 8-20; 452... 530 g/L ). A concentração de 530 g/L corresponde a 42º Baumé, à qual é feita referência em vários pontos do texto.
c) As reações que descrevi em postagem anterior estão lá, na pág 8-20. No pé dessa página, está a importante informação de que, quando a concentração de cobre na solução corrosiva atinge 14 oz/gal ( 87 g/L ), 84% do cobre é corroÃdo pela reação envolvendo o CuCl2. As placas normais têm 1 oz/sqft ( 0,03 g/cm² ) de cobre, assim, 14 oz/gal corresponde a corroer 2900 cm² ( ~ 54 cm x 54 cm ) com um litro de solução. Como isso é facilmente atingido com a corrosão de apenas poucas placas, há muita gente usando cloreto de cobre II como corrosivo, pensando que é percloreto.
d) As figuras 8.4, 8.5 e 8.6 dão importantes informações sobre o processo de corrosão com percloreto, inclusive evidenciando a importância de se adicionar HCl à solução.
e) Não me parece muito sábio " encher a solução esgotada com ferro ( palha de aço ) " para, depois, transformar boa parte desse ferro em Fe(OH)3 oxigenando a solução por duas semanas para obter, no final, o tão desejado percloreto de volta :
12 FeCl2 + 3 O2 + 6H2O -> 4 Fe(OH)3 + 8 FeCl3 (28), pág 8-23
As figuras 8.7 e 8.8 dão sugestões melhores.
Bom dia a todos,
Fiz todo o processo segundo o vÃdeo (este muito bem feito, parabéns Eduardo!). Coloquei bombril, coei, coloquei bombril denovo e coei novamente.
Logo após coloquei água oxigenada 10 volumes, e após algumas horas, a solução ficou laranja, indicando a oxidação. Após, coloquei acÃdo muriático, sacudi a garrafa e deixei lá por 2 dias.
Verifiquei e a solução estava escura, como no percloreto. PORÉM, no dia seguinte, a solução ficou verde, da cor do ácido muriático, e não está corroendo mais nada.
Fiz algo errado? Alguém teve resultado parecido?
Obrigado e boa semana a todos!
Deve ter ficado muito diluÃda. Deixe no sol até o volume diminuir o bastante para a densidade ficar adequada.