Monster Cable vs. Cabide

Started by rafammbass, 10 de January de 2013, as 14:33:57

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kem

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Achei legal na hora que ele diz que o cabide não tem garantia... hahaha
I don't want to die young...
I want to diode!

Guilherme

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Cavalheiros,

Os extremos se tocam. Vejam um toro ou uma rosquinha doce, ambos "tridimensionais".

São duas m*s, tanto o cabide quanto o MC. Esse consumerist deve faturar uma grana  :D

Alex Frias

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Flanelinhas, cuidado!!!
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Caquinha de touro!
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Pagão e feliz!!

Finck

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Tem Física por trás da estória...

O arame do cabide, por ser sólido,  tem menor indutância que o Monster Cable flexível e, com uma "isolação" fininha, a capacitância também deve ser menor... Já a resistividade maior do ferro é compensada pela seção maior do arame em relação ao Monster...

Se bobear, o cabide pode ser melhor do que um cabo vagabundo.
Se alguém ficou curioso, meu avatar é o brasão da família Finck. Dizem que os brasões das famílias alemãs estão relacionados com a profissão de seu patriarca. Se isso for verdade, o patriarca Finck deve ter sido bobo da corte...

hgamal

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Só para constar, o teste foi feito com conexões entre o amp e o alto-falante! Não vamos achar que dá para ligar a guitarra com com fios de cabides não blindados! (embora ia ficar até engraçado!)
Deus salva... e o Rock alivia! Ainda está em tempo do Rock 'n' Roll te salvar

Patines

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Quote from: hgamal on 12 de January de 2013, as 10:31:47
Só para constar, o teste foi feito com conexões entre o amp e o alto-falante! Não vamos achar que dá para ligar a guitarra com com fios de cabides não blindados! (embora ia ficar até engraçado!)

Fiz um buffer dentro de uma guitarra, usando 4 pilhas passando por regulador e alimentando circuito CMOs.  Após o CMOS usei um transistor BC549 na saída e um resistor de 1k2 do emissor pro terra, aproximadamente 1mA de corrente de polarização.

Só pra ver se funcionava, usei um par de fios de cinza, de telefone com 7m, e não pegou ruído nem zumbido no meio do caminho.  Quando for na casa do meu pai, vou ver se encontro o layout desenhado com canetas bic coloridas, porque naquela época não existia PC, só TK85.

Infelizmente não foi cabide.

Abraços, T+

Adiel

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Você tem o esquema completo, Patines? 

Nos anos 80, eu já usava o TK90X, e em 1990, o TK95...   :pinchX




Nessa época, nós tínhamos mesmo que usar cabides e afins para fabricarmos o que quiséssemos ter.  Outros tempos...   [beer]

Patines

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#8
Quote from: Adiel on 12 de January de 2013, as 23:41:17
Você tem o esquema completo, Patines?  
Vai depender de o meu pai ter se dado mal na faxina e as traças não terem comido o meu papel vegetal!

Quote from: Adiel on 12 de January de 2013, as 23:41:17
Nos anos 80, eu já usava o TK90X, e em 1990, o TK95...   :pinchX
Infelizmente eu era muito pobre pra poder ter um TK85 em casa.  Em compensação tive o privilégio de ser estagiário na multidigit e ter operado o autocad carregado de uns ploppys para o poderoso HD de 10Megabytes.

Quote from: Adiel on 12 de January de 2013, as 23:41:17
Nessa época, nós tínhamos mesmo que usar cabides e afins para fabricarmos o que quiséssemos ter.  Outros tempos...   [beer]
Naquela época tinha AC128 às pencas na loja de eletrônica até que começaram a jogar tudo no lixo!  O que tinha de mais baratinho era um 4069 pra fazer amplificadores lineares que eram uma beleza!

Abraços, T+

Finck

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Quote from: Adiel on 12 de January de 2013, as 23:41:17
Nos anos 80, eu já usava o TK90X, e em 1990, o TK95...   :pinchX

Eu comecei antes que que você, Adiel! Eu cheguei a usar CP-200 e TK85! Aprendi muitos conceitos de lógica com eles, que saudades...

E tens razão, naquela época, se você queria algo, tinha que fazer em casa. E sem muito material de consulta (livros e revistas eram caros!), então a gente usava criatividade e aprendia com os próprios erros. Eu quase pus fogo na casa quando usei fio de telefone para ligar o primário de um transformador...

Patines, eu (e meus pais) estavamos na mesma situação que você, duros de dar dó. O meu CP-200 foi comprado usado, e custou TODO o meu primeiro salário de estagiário de eletrotécnica,  em Jan/1984 (aí eu tive praticamente que mendigar para pagar o ônibus até receber o próximo salário...).
Se alguém ficou curioso, meu avatar é o brasão da família Finck. Dizem que os brasões das famílias alemãs estão relacionados com a profissão de seu patriarca. Se isso for verdade, o patriarca Finck deve ter sido bobo da corte...

Adiel

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#10
Nós também não tínhamos grana, podem ver a TV, uma telefunken velha de 17", que eu reformei e matei os seus cupins com querosene.  Em 1985, eu usava o clone do Apple II de meu irmão mais velho, até eu comprar meu TK90X em 1987 (que ainda tenho aqui).  Nessa época, não havia a possibilidade de assinar revistas ou comprar coisa alguma do exterior, o que só foi possível com o governo de Fernando Collor.  Eu fiz um acordo com uma excelente banca de revistas da Av. Rio Branco, a Banca do Osni, e ele me enviava uma Crash, ou uma Your Sinclair todo mês, até que eu consegui assinar eu mesmo.  

Tudo era muito caro. Para se ter uma ideia, aquele kit perto da TV, de um drive de disquetes de 5 1/4", 360K lado simples, mais a fonte, me custou U$140.00, fora a interface.  Eu fazia o picote no disquete para poder usar o outro lado...

Nessa época, muitos amigos tinham a mesma máquina, e tínhamos grupos de usuários no Brasil, onde trocávamos games e aplicativos, pois a pirataria não era combatida, e nem reconhecida nas terras tupiniquins. Eu montava interfaces de joysticks de 3 tipos diferentes para vender e angariar fundos, ao melhor estilo "cabide 3D"...   :D

Bons tempos!

Ferro_Velho

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No meu primeiro clone do AppleII eu não tinha nem floppy disc.

Digitava o programa todo, rodava, debugava, sorria ao ver tudo funcionando,
mostrava pra todos que estivessem em casa naquele momento e depois de
um profundo suspiro, desligava o micro e perdia tudo. :(

Ainda me lembro quando vi o primeiro PC XT, quando bootava tinha uma
mensagem: Aguarde, acelerando o winchester.   :D

Tinha 4 Mhz de clock e 4Mb de RAM.

E sem mouse, claro.

Abraço.

Adiel

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Ferro_Velho, você não tinha a interface para gravador K7?  Eu usei um National RQ2222 (na foto) por 3 anos, antes de juntar grana para o sistema de discos. 

A gente levava cerca de 5 minutos para carregar um programa de 40K na memória, isso quando não dava erro...   :pinchX

Patines

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#13
Quote from: Ferro_Velho on 13 de January de 2013, as 09:50:56
No meu primeiro clone do AppleII eu não tinha nem floppy disc.

No meu TK200o eu usava o gravador de mesa de minha mãe pra gravar os programas  mas nem sempre dava certo pra recuperar.

E uma observação:

Quando liguei os fios de telefone até o amplificador, não existia telefone celular(na minha casa, nem fixo), nem cerca elétrica, aliás nem cerca tinha muito no meu bairro, os muros eram de 50cm;  muito menos motor de garagem, e onde eu morava não tinha muito carro e se tinha garagem, eram 4 paus com telha de zinco;  Microondas era coisa que cientista usava pra transmitir sinais de comunicação, bem longe do Morro Santana que era quase zona rural.

O que mais nos preocupava como interferência era a rádio gaúcha AM:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_da_R%C3%A1dio_Ga%C3%BAcha_AM_600_kHz

Abraços, T+

xformer

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Eu ainda tenho meu primeiro computador TK-82C (com memória de 2k de RAM mais a expansão de 16k, tudo funcionando), algumas fitas de programas (além de muitas revistas velhas: Microhobby) e um TK-90X lindão (48k de RAM), novinho na caixa, com a light pen e alguns programas passei da fita cassete para CD (dá pra carregar a partir de um Diskman).  Pena que me desfiz do meu Exato Pro (apple II), mas ainda tenho alguns disquetes de 5 1/4" com programas. Ganhei ainda um CP200S mas está com problema e já tentei arrumar, mas acho que pifou o chipão de 40 pinos além do Z80 (não sai vídeo).  Outra velharias incluem: uma Sharp PC1211 (funciona) e uma PC1500 (funciona), um laptop Toshiba T1000 (primeiro laptop PC com 512k RAM e CPU 8088, sem HD)
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