Vintage x Reissue

Started by gfr, 13 de July de 2012, as 20:12:19

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Alex Frias

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Flanelinhas, cuidado!!!
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#15
Vou pegar uma carona no seu tópico, ok?

Eu gravei de modo descompromissado quatro guitarras "tipo net"...rs Stratocasters like... são elas:

Uma Fender American Standard de 2010, captadores stock, bloco de "brass" da KGC e molas da Raw Vintage.
Uma Vintage Thomas Blug Signature, captadores stock, bloco de aço, 3 molas stock.
Uma Vintage Reissued V6, captadores stock, bloco stock (liga de zinco fundida, não "pot metal"), 5 molas Raw Vintage.
Uma Parker P-30, ching-ling, captadores Lace Sensor Gold, ponte Blade Runner da SuperVee, 3 molas da SuperVee.

As 3 primeiras usam captadores com Alnico 5, esses Lace Gold aqté onde sei são cerâmicos, mas feitos lá do jeito esquisito deles. As cordas são .010 ErnieBall Regular Slinky nas 4. guitarras O amp é um Valve Jr que foi totalmente "transtornado" com uma EL34 na saída. O falante, um Ted Webber 12" de Alnico. O mic um Shure SM57.

Foi gravado com o mic ligado direto numa interface USB TASCAM US-800 com Apple Camera Kit, daí pro iPad rodando o Multitrack AURIA da WaveMachine. Estava fazendo uma experiência de reconhecimento do App e começando a utilizá-lo para gravar. Não esperem grandes resultados...rs

O tema repetido é o que me lembro do "Lenny" do SRV de memória, por isso, plis, dêem o devido desconto!

A idéia seria também sacar quem é quem...

http://snd.sc/LHr5TD
ou
http://db.tt/0ytJ4TjK

[spoiler]Vintage Thomas Blug, Fender AmStd, Vintage V6 e finalmente a Parker chinoca.[/spoiler]
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felixmeirelles

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#16
Te falar que eu preferi a guita 3, a segunda achei bem equilibrada, a primeira achei com um pouco de "grito" demais e a última foi a que preferi menos, pelo timbre mais metalizado e nasal.

Quando fui ver logo a Parker que era a nasal juro que não é pessoal!!!  :D

Alex qual reverb que você usou?(será que esse reverb é natural da tua sala?) Achei que o efeito(ou sala) e o riff mais "nude" talvez tenham mascarado o resultado...

Você podia ter mandado uns improvisos maneiros igual você mandou lá no Sidney, uns riffs com mais percussão.... Acho que as frases não precisam ser iguaizinhas, creio que só mantendo o ataque e a ideia, acho que fica melhor para marcar as diferenças.

Alex Frias

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#17
Quando gravei, na verdade era apenas um timbre que havia gostado com A Vintage Thomas Blug e depois decidi experimentar com as outras. Certamente o reverber é sintético, de pedal. Eu teria de morar numa senhora mansão pra conseguir tal reverberação natural.

Mas achei que os timbres foram bem representativos e também achei sua análise não muito distante da minha percepção de cada um deles.

Antes de trocar o bloco de sustain da Thomas Blug, eu gravei com o antigo e depois com o de aço novo. A gravacão ficou muito ruim, porém é notável a diferença. Tem o fator psicológico de saber que ela deveria estar diferente e assim tocar de outra forma... Não sei dizer até onde isso afetou.

No caso dessa gravação aqui... A tocabilidade de cada uma é diferente também, o que afeta a performance. Realmente são muitos fatores, porém há algumas diferenças básicas difíceis de contestar.
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felixmeirelles

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Nem precisa de mansão Alex, consigo um timbre parecido no meu banheiro, porque ele é azulejado até o teto e o som "corre" solto.
Senti uma tendência leve para chorus do reverb, porem em meu banheiro as torneiras, registros e basculhante são soltos o que dá essa sensação metalizada de segunda voz.

Lembro de uma vez ler uma Guitar Player em que um loucão procurava lugares em casa para posicionar os amps e gravar uns lances... Então ele ia gerando diversos efeitos naturalmente, a memória me trai, mas lembro que faz uns 10 anos já. Sei que a partir dali comecei a prestar atenção nos espaços e objetos da casa.  :D
Quem nunca falou na frente de um ventilador?   :D

Fato é que se você equalizar algo para uma guitarra deixando bem murcha e comprimida e depois ligar uma outra guitarra e na maldade equalizar/comprimir copiando o timbre anterior murcho, fica quase impossível distinguir uma Les Paul de uma Tele.

Acho que as maiores dicas sonoras que não variam com a equalização/compressão são a microfonia natural e a percussão, mas para isso o volume tem que estar alto e o ataque do músico tem que ser bem brutal  (guitar_player (hdbngr.

Eu vi um teste em que o cara comparava dois pedais que eram para ser iguais mas que são reconhecidamente diferentes, um DS-1 Taiwan e um DS-1 Japan, mas ele equalizou tão bem os dois propositalmente em uma determinada faixa de ganho/drive/tone que os dois pedais pareciam ser iguais, se não fossem os knobs marcando posições diferentes poderíamos afirmar que se tratavam de pedais iguais.

Creio que para ter um bom timbre é 50% equalização, 25% pegada, 20% equipamentos e 5% clima e climax.

Se dermos uma Dolphin para o Eric Jonhson o primeiro problema que ele vai sentir é a pegada, mas se pegarmos a Fender do Eric Jonhson e botarmos captadores chineses de $5 e ligarmos ele em um cubo Wattson só com um minifuzz ele iria conseguir tirar um timbre melhor que eu tiraria ligado em todo aquele equipamento original dele.



gfr

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#19
Acho que pra este tipo de teste um som mais cru, sem compressão nem reverb, facilita.

Vou chutar:
[spoiler]
Vintage Thomas Blug
Parker P-30
Vintage Reissued V6
Fender 2010
[/spoiler]

Algo me diz que eu devo ter errado feio. Vou conferir.

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Até que não fui tão mal. Tinha ficado em dúvida mesmo entre a Parker e a Fender.
[spoiler]São as duas que tem menos ruído (nas outras, perceptível na hora dos harmônicos, quando a compressão dá um ganho). Mas o som da Parker é mais abafado. O timbre das Vintage é bem brilhante, o da Fender um pouco menos. Entre as duas Vintage eu fui no chute mesmo, gostei mais do timbre da primeira chutei que era a Thomas Blug. A V6 é um pouco mais ruidosa também.[/spoiler] Obs. Comentários baseados apenas nas amostras. Não sei se "na média" estas guitarras tem estas características mesmo.
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Alex Frias

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Não existe compressão outra que não a do próprio amplificador valvulado. Quanto à tendencia de um certo chorus no reverb, acontece por usar a alavanca pra gerar um certo vibrato e na soma com o som reverberado... o resto já imaginam.

Achei que foram bem, mas o gfr seguiu uma pista interessante, porém duvidosa. As Vintage possuem alavanca "push in", o encaixe é feito através de um anel de nylon, fazendo com que o braço da alavanca fique eletricamente isolado do resto do sistema. Resultado: mesmo segurando a alavanca para criar um leve vibrato nos harmônicos das cordas soltas não há mais contato elétrico entre o meu corpo e o terra das guitarras. Isso não acontece com a Fender nem com a Parker, que tem o braço da alavanca parafusado diretamente no metal do bloco.

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gfr

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#21
Engraçado, logo após os harmônicos, tem uma espécie de "swell", parece release de compressor. Será se o Soundcloud acrescenta alguma compressão por conta própria? Vou tentar fazer uma comparação com o mp3 do outro link.

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Peguei o mp3 do soundcloud do cache do navegador e comparei com o do outro link, a taxa de bits é menor (128 kbps), mas não parece ter nenhuma alteração de dinâmica. Acho que foi impressão minha mesmo, este vibratinho com a alavanca incrementa o sustain do harmônico, daí esta impressão.
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Alex Frias

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Deve ser isso mesmo. Mas pra você ver: eu "subi" o mixdown diretamente do multitracker para o Soundcloud (o AURIA tem essa propriedade de compartilhar diretamente com Soundcloud e DropBox), já triste, pois a taxa que escolhi foi de 256 kpbs, para não ficar imenso o arquivo. E os caras diminuem pra 128... francamente!
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gfr

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O outro link está em 256kbps.
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Alex Frias

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Sim, é o do DropBox, um conceito simples e bem legal. Se eu tivesse deixado wav ou aiff também poderia, mas imagina o tempo de download para alguns..!  :'(
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Roberto Alves

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Eu só troquei a Thomas Blerght com a V6.
A Parker foi mais fácil de descobrir por estar mais 'fechada'.
Resultado: Gostei da Vintage Thomas Blug, da Fender, da V6 e da Parker.
Já toquei em todas essas guitarras e gosot de todas.
O que eu fiz pra tirar dúvidas: No audio, dá pra clicar e avançar onde quiser então peguei o primeiro acorde de todos (que dá pra ver onde é, nitidamente) e fiquei ouvindo um por um.
Mas uma coisa é certa, ao meu ver: As Vintage são guitarras que estão valendo muito o investimento.
São surpreendentes.
Eclético mas com parcimônia!!!