Amplificador Push-pull com ECL84

Started by blackcorvo, 31 de October de 2011, as 17:43:59

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kem

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Ta melhor... O outro era cheio de firula sem sentido (pra que por exemplo 3 resistoires de 470R em paralelo - põe logo um de 150R)...
Mas esse também tem a sua. Eu ja tinha visto esse tipo de controle de volume "master" em outros lugares.
Note que os resistores de 220K estão em paralelo com os potenciometros de 250K.
Quando os potenciometros (que na verdade é um duplo) estiverem no maximo, temos na verdade uma resistencia só de 117K. Vai perder voltagem ai.
Na minha opinião (veja que é a opinião de alguém com pouca experiencia no assunto) pega a porção power desse, a porção pré/inversora do outro (com inversor em concertina / cathodyne) usando os triodos das ECL84 e põe o primeiro estagio com uma EF184...
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#31
Quote from: kem on 04 de November de 2011, as 00:57:27
Ta melhor... O outro era cheio de firula sem sentido (pra que por exemplo 3 resistoires de 470R em paralelo - põe logo um de 150R)...
Mas esse também tem a sua. Eu ja tinha visto esse tipo de controle de volume "master" em outros lugares.
Note que os resistores de 220K estão em paralelo com os potenciometros de 250K.
Quando os potenciometros (que na verdade é um duplo) estiverem no maximo, temos na verdade uma resistencia só de 117K. Vai perder voltagem ai.
Na minha opinião (veja que é a opinião de alguém com pouca experiencia no assunto) pega a porção power desse, a porção pré/inversora do outro (com inversor em concertina / cathodyne) usando os triodos das ECL84 e põe o primeiro estagio com uma EF184...




Assim tá melhor?

Coloquei o controle de tom igual o do Orange, o que acham?
Também coloquei uns valores de componentes entre parênteses que imagino poder experimentar depois.

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Acabei de desenhar uma fonte alternativa, usando aquele transformador pra lâmpadas halógenas que eu tinha comentado outra vez no tópico do Baby Wonder:



Apesar de essa fonte economizar espaço por usar só um transformador, ela só vai funcionar em 127V (pra 220V precisa de um auto transformador pra reduzir a tensão).
Pra mim não seria problema, já que só usamos 220V pro chuveiro. As tomadas são todas de 127V por aqui. O problema seria pra levar o amp em viagens...

Andei pensando em colocar uma chave DPST (liga-desliga dupla) pra desligar totalmente o transformador da rede, por segurança apenas, e adicionar um circuito testador pra 127/220v antes dessa chave - isso com qualquer uma das fontes -, ligado direto sempre, de modo que mostre a tensão da rede no painel. Assim, evitaria problemas como o que ocorreu com o rádio da minha vó na última viagem à praia (a tomada era 220V e estava marcada 127V).
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O melhor jeito de proteger contra ligação em voltagem errada é usar um fusível bem dimensionado.

Abraços

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#33
Tira esse pot duplo de 250K depois da inversora e coloca um de 500K logo depois do capacitor de 10n que fica entre primeiro e segundo triodo das ECL. Mas coloca um cap de 10n depois desse pot também.

Use os valores do esquema da EF184 como o Eduardo postou... Pra guitarra ta otimo, aumentar os capacitores pode deixar o som meio grave demais no seu ampli... mas o esquema da EF184 ta errado, o que é C3 no esquema original não esta ligado direto ao terra, e sim a C1 / R5 / pino 9.




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#34
Quote from: kem on 05 de November de 2011, as 13:58:06
Tira esse pot duplo de 250K depois da inversora e coloca um de 500K logo depois do capacitor de 10n que fica entre primeiro e segundo triodo das ECL. Mas coloca um cap de 10n depois desse pot também.

Use os valores do esquema da EF184 como o Eduardo postou... Pra guitarra ta otimo, aumentar os capacitores pode deixar o som meio grave demais no seu ampli... mas o esquema da EF184 ta errado, o que é C3 no esquema original não esta ligado direto ao terra, e sim a C1 / R5 / pino 9.


Pra mim tanto faz o volume depois da inversora ou antes. Só peguei um esquema de push-pull pronto e re-arranjei ele. Paint FTW!

Sobre a EF184, já montei no meu "valvolab" e não percebi diferença alguma entre ligar o capacitor no terra ou no catodo. Mas eu prefiro ligar no terra, especialmente por facilitar a adição de um controle de "squish" (um pot ligado em série entre o terra e esse capacitor), caso eu queria. A mudança de valores dos capacitores são o que eu ACHO que pode soar melhor pra mim, baseado nesses testes que já fiz faz tempos (não marquei nada, então não lembro muito bem os valores que usei).
Os valores de resistores são só coisas que quero testar por questão de sonoridade. Como eu já disse, gosto de fuçar.

Porém, isso são só idéias por enquanto. Vai demorar um pouco até eu ter dinheiro pra comprar qualquer coisa e poder iniciar os testes.

Quote from: Eduardo on 05 de November de 2011, as 07:18:30
Oi Blackcorvo

O melhor jeito de proteger contra ligação em voltagem errada é usar um fusível bem dimensionado.

Abraços

Eduardo

...E como se dimensiona isso? Fiz curso técnico de eletrônica e nunca me ensinaram como fazer isso.
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Quote from: blackcorvo on 06 de November de 2011, as 03:45:13
Pra mim tanto faz o volume depois da inversora ou antes. Só peguei um esquema de push-pull pronto e re-arranjei ele. Paint FTW!
O problema é que do jeito que ta depois da inversora vai ficar ruim. Ou coloca um capacitor depois do potenciometro para isolar as resistencias, ou você vai ter uma perda de sinal muito grande lá.
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Quote from: kem on 06 de November de 2011, as 15:34:13
Quote from: blackcorvo on 06 de November de 2011, as 03:45:13
Pra mim tanto faz o volume depois da inversora ou antes. Só peguei um esquema de push-pull pronto e re-arranjei ele. Paint FTW!
O problema é que do jeito que ta depois da inversora vai ficar ruim. Ou coloca um capacitor depois do potenciometro para isolar as resistencias, ou você vai ter uma perda de sinal muito grande lá.

Mas com esse capacitor depois do potenciômetro, as frequências altas não vão sendo cortadas conforme o volume abaixa?
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#37
Até parei pra pensar, mas acho que não...
De qualquer forma, melhor do que ter 120K de resultado final ali. Vai faltar sinal pra excitar os pentodos.
Você pode também retirar os resistores de 220K...
OU tirar os potenciometros, e colocar um antes da inversora, como é mais comum.
Outra coisa... aquele capacitor de 2,2n na EF184 não ta muito pequeno não? Acho que precisava ali umas 10x maior.
[]s.
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Quote from: kem on 08 de November de 2011, as 18:51:53
Até parei pra pensar, mas acho que não...
De qualquer forma, melhor do que ter 120K de resultado final ali. Vai faltar sinal pra excitar os pentodos.
Você pode também retirar os resistores de 220K...
OU tirar os potenciometros, e colocar um antes da inversora, como é mais comum.
Outra coisa... aquele capacitor de 2,2n na EF184 não ta muito pequeno não? Acho que precisava ali umas 10x maior.
[]s.


Não é pequeno não. O de 100n ligado na grade supressora adiciona bastante graves ao som, e se eu colocar algo maior que 10n fica muito grave pro meu gosto. Prefiro o som de um capacitor ali entre 560p a 4,7n.
Também não gosto do som que fica com um cap pequeno no lugar do de 100n, acho que fica um som fraco demais.

Os resistores de 220k eu posso tirar sem problemas.
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Achei um documento MUITO interessante...
A partir dele fica facil a coisa...

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Oque será que o datasheet quer dizer com "plate voltage without current" ?? Não entendi..
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#41
Quote from: bossman on 12 de November de 2011, as 18:28:56
Oque será que o datasheet quer dizer com "plate voltage without current" ?? Não entendi..
Deve ser na hora que liga o ampli, antes dos filamentos esquentarem... 550V é o maximo de pico que a valvula aguenta.
O que achei alto foi o "Plate Load Resistance": 17.5K... Se usar numa placa pras ECL82, tem que trocar o transformador de saida...
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Quote from: bossman on 12 de November de 2011, as 18:28:56
Oque será que o datasheet quer dizer com "plate voltage without current" ?? Não entendi..

Este é o limite de tensão que pode ser aplicado quando a corrente tender a zero!
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bossman

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Entendi, mas essa situação da corrente chegar a zero acontece realmente ou é só no faz de conta mesmo ?
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De fato a ficha de dados é um grande achado! Dá uma porção de dados importantes para o projeto de um valvulado. Uma coisa a ser levada em conta é que se trata de uma "tentative data". Isso significa que a ficha não foi homologada e que o fabricante não se compromete em manter estes parâmetros numa produção futura. Mesmo assim é valiosa!

Quote from: bossman on 13 de November de 2011, as 01:50:19
Entendi, mas essa situação da corrente chegar a zero acontece realmente ou é só no faz de conta mesmo ?

Num amplificador push-pull, quando uma válvula está conduzindo a plena carga, a outra está em corte, ou seja, corrente zero. Pela própria natureza do circuito, quando a válvula corta, por efeito de auto-transformador, ela tem em sua placa o dobro da tensão da perna central do transformador de saída. Então, com uma alimentação de 250V, ao saturar a saída haverá 500V nas placas das válvulas.

O máximo que a ECL84 admite segndo a ficha técnica é 550V. Fica um pouco apertado. A folga é de só 10% e a tolerância dos componentes também está por aí. É um amplificador delicado em situação de saturação de saída e com uma distorção harmônica bem baixa.

Um push-pull com a ECL84 dá um amplificador HiFi de excepcional qualidade!

Grande abraço

Eduardo
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